15 Outubro 2025

Acolhimento, troca e pertencimento marcam a chegada de novos servidores à carreira de TI. A trajetória de Charlene reflete o papel da ANATI como rede de apoio e integração em um momento de transição profissional e pessoal

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A transição da iniciativa privada para o serviço público é um marco importante na vida de muitos profissionais de tecnologia. Para Charlene de Almeida recém-empossada Analista em Tecnologia do Ministério da Gestão e Inovação, essa mudança representou uma nova etapa de realização pessoal e profissional e a ANATI teve papel essencial nesse processo de acolhimento e integração.

A ANATI segue mobilizando os nomeados e mantendo vivo o debate sobre a valorização da carreira. Essa presença constante reforça o sentimento de pertencimento à categoria.

Charlene Almeida
MGI

O que te motivou a prestar o concurso para Analista em TI do governo federal?

Vi no concurso uma oportunidade de mudar de carreira. Eu estava descontente e desmotivada com o meu trabalho anterior na iniciativa privada, e enxerguei no serviço público a chance de recomeçar em uma área com propósito social e impacto real.

O que significou para você tomar posse como Analista em TI?

Tomar posse foi como concluir uma etapa importante dos meus projetos de mudança. O CPNU foi o primeiro concurso que realizei, e estar aqui hoje é a concretização de algo que planejei e busquei com determinação.

Que expectativas você tinha em relação à carreira no serviço público?

A expectativa continua sendo contribuir com tecnologias que ajudem o cidadão e apoiem políticas públicas com foco digital. Quero atuar em iniciativas que tornem o Estado mais acessível e eficiente por meio da tecnologia.

Como conheceu a ANATI e de que forma ela te apoiou desde o período do concurso?

Conheci a ANATI por meio de um grupo no WhatsApp criado para integrar os candidatos do curso de formação. Esse grupo foi essencial para aproximar as pessoas, formamos caronas, nos ajudamos com a mudança para Brasília e trocamos informações importantes. Essa rede de apoio foi muito importante para quem estava chegando de outros estados.

Qual foi, na sua visão, a importância da ANATI na luta pela nomeação dos aprovados?

Percebo o quanto a ANATI está presente em momentos decisivos, participando de conversas e trazendo atualizações sobre o andamento das nomeações.

Após a posse, como a ANATI continuou presente na sua trajetória?

Vejo que a ANATI segue mobilizando os nomeados, chamando atenção para prazos e continuando o debate sobre a valorização da carreira. Essa presença constante reforça o sentimento de pertencimento à categoria.

Quais iniciativas da ANATI você destacaria como fundamentais para fortalecer a carreira?

Durante o curso de formação, acompanhei ações da ANATI voltadas à valorização da carreira, como manifestações públicas e tentativas de abrir diálogo com gestores e autoridades. É importante perceber esse movimento coletivo em defesa dos Analistas de TI.

Como tem sido o início do seu trabalho como Analista em TI?

Estou em fase de ambientação, conhecendo os projetos e as pessoas. É um período de aprendizado intenso, mas também de muita motivação por fazer parte de algo que impacta diretamente a vida dos cidadãos.

Quais transformações você tem visto no governo digital e como o Analista em TI contribui para isso?

As iniciativas do Governo Digital dependem fortemente da atuação dos Analistas em TI. Somos profissionais capacitados para que os serviços digitais sejam desenvolvidos e aprimorados. Embora nem sempre sejamos vistos como gestores, nossa atuação é fundamental para o avanço das transformações digitais no setor público.

O que mais te orgulha no seu trabalho dentro do serviço público federal?

O que mais me orgulha é saber que o meu trabalho pode ajudar pessoas e reduzir desigualdades. Tenho visto projetos que, mesmo tecnológicos, se preocupam em incluir quem tem mais dificuldade com o universo digital. Isso mostra que a transformação digital no governo também é uma transformação humana.